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Num registo a que já nos habituou Mário Cordeiro fala de um tema sensível mas o qual é urgente discutir: os adolescentes e a droga. Partindo de casos clínicos reais e relatando vivências e experiências o autor convida o leitor a compreender este submundo cada vez mais complexo através de diversas viagens com toxicodependentes e com pais educadores e profissionais portugueses e estrangeiros envolvidos nesta problemática. Todos os anos surgem novas drogas juntando-se àquelas que afetam tantos jovens e tantas famílias. É preciso conhecer estas drogas saber como atuam os nomes pelas quais são conhecidas os efeitos que têm seja quando proporcionam bem-estar seja quando destroem a pessoa.
O nascimento do reino das Astúrias no seio da Espanha muçulmana foi uma empresa titânica de resistência e sobrevivência. Uma das aventuras mais fascinantes não só da história de Espanha mas também da história Universal. Se bem que pareça inconcebível que um punhado de rebeldes cristãos conseguisse formar um reino independente no norte da Península face ao maior poder do seu tempo e depois estendê-lo para sul num tenaz labor de repovoação foi isso que aconteceu em torno de Covadonga entre as Astúrias e a Cantábria a partir do ano 722. Como foi possível semelhante proeza? Quem foram os seus autores? Como se chamavam os heroicos pioneiros que começaram a conquistar terras para sul mais graças às suas enxadas do que às suas espadas?
«Desde que o tema do incesto seduziu Eça de Queiroz talvez já desde o planeamento de "O primo Basílio" até à concepção de "Os Maias" processa-se uma maturação: o tema enriquece ramifica-se acaba por se integrar num plano corrente. Se não nos enganamos "A tragédia da Rua das Flores" representa um ponto intermediário nesse processo. Semelhante título anuncia um contraste. "Rua das Flores" sugere calma sol português preguiça dominical almas adormecidas no perfume dos jardins... E de súbito ao acordar desse sonho ameno a tragédia para a qual se avançara sorrindo a passos de feltro numa marcha de sonâmbulos! Na Rua das Flores uma tragédia? Podia lá ser!» (excerto de António Coimbra Martins retirado do verso da contracapa da obra)
« (...) Abílio Adriano de Campos Monteiro nasceu em Torre de Moncorvo mas com oito anos apenas foi viver para Ponte de Lima junto de seu tio funcionário público e aí junto do bucólico Lethes (o rio da mitologia clássica o rio do esquecimento de cujas águas as almas que iam reviver a vida no mundo lá em cima tinham de beber - e Lethes começaram a chamar ao Lima tão grande é a sua beleza...) a sua alma de poeta embebeu-se na doce e fina sensibilidade poética limiana. Em Viana do Castelo a Princesa do Lima tirou o curso de preparatórios. Nunca mais deixou de cantar as musas do Lima... para isso muito deve ter contribuído o convívio com os poetas limarenses. Campos Monteiro é transmontano mas a sua alma é também limiana irmã gémea da alma de outros poetas que como ele cantaram o Lima - Frei Agostinho da Cruz Diogo Bernardes António Feijó T...
Separata de: Estudos Regionais. - Viana do Castelo: Centro de Estudos Regionais 2001. - Vol. 22. - ISSN 0871-332
1º v.: A à Che. - 369 [30] p. - ISBN 2-221-50212-4
[1.º v.]: A [a] lyric-writer. - 442 p.
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