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Nos anos 60 e 70 as sociedades ocidentais viveram uma inédita revolução cultural em que a questão da igualdade de géneros se tornou incontornável. Em Portugal no Estado Novo impunha- se um quadro de valores explicitamente defendido e promovido pelo governo («Deus Pátria e Família»). A actividade do jornalismo e mais ainda a da reportagem funcionou como um ecossistema fechado ao qual as mulheres iriam aceder travando batalha em duas frentes principais: a do conservadorismo familiar-laboral e a dos conteúdos censurados que como um círculo vicioso fomentavam a preservação de um modelo machista..
Este clássico conta-nos entre outras a inesquecível história de Mowgli - um rapaz criado no seio de uma alcateia de lobos junto da qual aprende as leis da selva e a escutar o coração. Passada na Índia esta grande obra-prima de Kipling é uma alegoria relativa ao imperialismo britânico recheada de aventuras e personagens extraordinárias.
Da crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais ao elogio do silêncio passando pela acérrima defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard ou do Candy Crush. Pelo caminho desmonta-se o mito da auto-ajuda discutem-se eternos problemas de linguagem que só a RAP apoquentam questionam-se intolerâncias alimentares e o complexo de Édipo e levantam-se questões prementes para os casais da sociedade actual como a escolha entre ter...
Esta conferência surge como mais uma etapa de reflexão num processo dinâmico e multidisciplinar que a Fundação Calouste Gulbenkian tem vindo a desenvolver desde há seis anos na área das migrações e da interculturalidade. (...) Não se trata pois de especular sobre a falência de modelos de inclusão ou sobre conceitos de alteridade e de etnocentrismo de direitos de minorias ou do direito à diferença. A questão é bem mais precisa: sabendo que a interculturalidade é por ora a estratégia adequada ao reconhecimento de que não é possível excluir o Outro de que é inevitável viver com o Outro como o fazer? E como o fazer a partir de um modo de comunicar eficaz claro e que resulte da "negociação cultural" com o Outro?!..
1.º v. : Benjamin Arditi... [et al.] / trad. Manuel Ferreira Chaves... [et al.]. - 2013. - 220 p.
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