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Enquanto jovem mulher Else uma menina mimada da burguesia de Berlim fez duas promessas a si mesma: viver a vida intensamente e ter um filho de todos os homens que amasse. "Tu Não és Como as Outras Mães" é a história real dessa vida intensa extravagante inconformista que foi a de Else Kirschner uma mulher verdadeiramente livre e uma mãe diferente de todas as outras. Nascida na conservadora burguesia judia de Berlim Else estava prometida para casar com um bom partido. Mas os encantos de um artista cristão - «o maior amor e pior partido da sua vida» - foram o trampolim que procurava para renunciar ao conforto da casa paterna e ser dona do seu destino num mundo cheio de promessa. Corriam os loucos anos vinte dias efervescentes numa Berlim que parecia a capital do mundo um tempo irrepetível de cultura esplendor e liberdade. Else vivia no...
Um guia repleto de informação especializada que o ajudará a escolher a bicicleta dos seus sonhos e a otimizar a performance da mesma. - Indicações passo a passo explicam detalhadamente todas as operações de reparação e manutenção. - Imagens geradas por computador e esquemas em vista explodida ilustram com exatidão o funcionamento e o encaixe dos vários componentes. - Rotinas simples mostram como manter uma bicicleta nas melhores condições com o mínimo de trabalho. - Quadros-diagnóstico indicam como resolver vários problemas comuns sem serem necessários conhecimentos técnicos especializados.
Esta breve reflexão pretende dar conta da atividade de tradução de António Feijó focando em concreto Cancioneiro Chinez a sua única obra de poesia com duas edições em vida do autor em 1890 e 1903. Pretende-se argumentar que não foi um trabalho incidental no contexto da produção poética do autor nem no do orientalismo literário em Portugal. Para isso dar-se-á a conhecer muito sucintamente o contexto de produção circulação e receção de Cancioneiro Chinez a partir das relações do poeta com o tema orientalista versado (a China) da génese da obra da sua composição macrotextual e do seu impacto literário.
António Feijó (1859-1917) alta figura limiana pelo seu dom cultural poético e social é considerado como um ilustre poeta. Inscrito num momento histórico marcado pela coexistência de diferentes correntes literárias que apaixonaram a «Geração de 70» distingue-se pelo seu amor à poesia desde aluno do ensino secundário. A sua profunda sensibilidade e apurado sentido crítico inundam a sua poesia e o seu espólio epistolar. Poetizou a figura feminina a beleza o amor e a morte. O seu espírito cosmopolita afastou-o das leis que estudou no Curso de Direito decidindo-se pela carreira diplomática. Partiu para o Brasil (1886) e depois para a Suécia (1891). Do exílio este poeta diplomata enviava estrofes bem buriladas que transmitiam ecos de ternura e de saudade da família dos amigos e da sua terra natal. António Feijó poeta do AMOR repousa no cemit...
Esta breve reflexão pretende dar a conhecer os vários malefícios das doenças que afetaram António Feijó em diferentes fases da sua vida. Revisita-se os seus percalços clínicos que apesar de parcamente desenvolvidos permitem traçar uma linha cronológica dos seus padecimentos e aferir o grau de influência dos males descritos no seu rendimento criativo e nas suas escolhas temáticas.
Dois minhotos dois diplomatas dois amigos. E trinta anos de correspondência epistolar já publicada. Agora apareceram mais duas cartas preenchendo um vácuo nesse estudo. São elas de António Feijó para o Visconde de Pindela. Cartas do tempo da Guerra Mundial. Ao lado do sofrimento dos diplomatas portugueses estivessem onde estivessem longe a Pátria para além de um dos grandes nossos poetas a antevisão política de António Feijó tão lucidamente premonitória da nova realidade mundial após esse grande conflito.
O primeiro centenário da morte de António Feijó – figura elevada da literatura finissecular em Portugal – justificou a preparação de um programa comemorativo de conteúdo diversificado que arrancou a 20 de junho de 2017 – dia do desaparecimento prematuro do poeta-diplomata – com uma exposição evocativa do relevante legado feijosiano. A mostra patente ao público na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL) congregou 14 painéis generalistas e temáticos que ao longo de cinco meses consubstanciaram o essencial da vida e obra do autor de “Sol de Inverno”. O tributo biobibliográfico permitiu a utilizadores e visitantes o acompanhamento de uma síntese biográfica de António Feijó – em que as informações fundamentais surgiam numa combinação concertada de texto grafismo e imagens – a apreciação de uma seleção de poemas menos conhecidos do escr...
O seu pendor para as letras e para a poesia a par da partilha do quadro mental positivista do seu tempo profundamente coimbrão se pensarmos em Antero Teófilo Braga ou mesmo Teixeira Bastos com as influências vivas e vividas pela Geração de 70 ou dos Vencidos da vida dando braço à progressista Paris e Europa ajudam a completar o quadro mental em que Feijó se desenvolveu pessoal e profissionalmente exalando sentimentos próximos dos teorizadores do positivismo do pessimismo existencial de Schopenhauer e Kierkegaard e mesmo de Nietzsche roçando o vazio existencial e a falta de sentido para a existência. As conquistas da ciência e a “Morte de Deus” da sociedade moderna dão o mote final para a sua angústia e niilismo o recurso ao suicídio por vezes e a ausência total de sentido para a vida.
“Canja de Galinha com Arroz - O Livro dos Meses” é uma divertida história traduzida e adaptada por Carla Maia de Almeida para uma famosa série de clássicos de Maurice Sendak datada de 1962 da qual fazem parte “Duarte uma história moral” “Vida de Crocodilo um Alfabeto” e “João e Mais Oito um Livro Para Contar”. Da patinagem no gelo em janeiro até se tornar numa árvore de Natal em dezembro passando pelos ventos de março os calores de agosto ou por uma viagem pelo mundo no resto do ano “Canja de Galinha com Arroz” é um singelo almanaque com um poema para cada mês. Os seus saborosos versos alimentam a imaginação e enaltecem o sentido de humor. Do autor de “Onde Vivem os Monstros” mais um livro a não perder!
“Duarte” é uma divertida história traduzida e adaptada por Carla Maia de Almeida para uma famosa série de clássicos de Maurice Sendak datada de 1962 da qual fazem parte “Canja de Galinha com Arroz - O Livro dos Meses” “Vida de Crocodilo um Alfabeto” e “João e Mais Oito um Livro Para Contar”. Impertinente mal-educado e rebelde os pais de Duarte não encontram explicação para o arisco comportamento do rapaz. Nem sequer um leão faminto consegue fazê-lo mudar de atitude quando chega a sua casa ameaçando comê-lo. O incauto leão não suspeita quão indigestas podem ser as crianças insolentes como a que protagoniza “Duarte Uma História Moral”. Do autor de “Onde Vivem os Monstros” mais um livro a não perder!
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