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Numa casa portuguesa fica bem… comida vegetariana sobre a mesa! A antiga cozinha tradicional portuguesa não precisa de peixe nem de carne para ser saborosa e atrativa. É possível desfrutar do melhor da gastronomia portuguesa usando exclusivamente ingredientes de origem vegetal e tornando-a ainda mais saudável ecológica e compassiva. Pataniscas? Sim de legumes! Filetes? Sim de cogumelos! Panadinhos? De beringela! Croquetes? De grão e alheira! Alheira? De cogumelos! Peixinhos da horta “francesinha” cozido vegan rojões de seitan tofu à Zé do Pipo tempero de vinha d’alhos migas de feijão açorda de tomate cataplana de legumes… mais de 70 receitas com todos os sabores da melhor comida à portuguesa numa versão 100% vegetariana. E não ficam de fora os doces: arroz-doce natas do céu travesseiros pastéis queijadinhas bolas-de-berlim boleima bolo...
Um homem aparece assassinado no salão principal do Museu dos Coches de Lisboa com uma lança atravessada no ventre. Ao longo dos dias seguintes morrem misteriosamente mais pessoas. Quem será o serial killer por trás de tudo isto? Um livro inteligente e divertido que ajuda a perceber a sociedade portuguesa e as suas elites a partir de uma sucessão de crimes que assentam na ganância vaidade e desejo de poder. Uma obra que percorre os lugares mais emblemáticos de Lisboa e oferece uma visão irónica dos bastidores da cultura e da política com os seus jogos e guerras. Bem-vindo ao Portugal dos brandos costumes.
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses Helena Garrido regressa para num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas – sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser “donos” de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de “interesse nacional” duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos “centros de decisão nacional”. Canal de dinheiro para viabilizar “investimento direto estrangeiro”. Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos influência e poder dos governos...
«Durante muito tempo pensei que nada existia no mundo para além da tribo que ainda criança conhecera em Cascais. Alguns dos meus amigos tinham antepassados que provinham da aristocracia de corte coisa que na altura ignorava. Muitos teriam pais mais ricos do que os meus mas nunca reparei em tal facto. As festas que davam eram tão comedidas quanto as suas indumentárias. A ostentação era tida como uma possidoneira de quem havia adquirido dinheiro recentemente. Só tarde percebi que o meu estatuto era o de uma híbrida social: pertencia e não pertencia ao “grupo”. Isto que me podia ter feito sofrer teve uma vantagem: a de poder olhar os ricos por dentro e por fora. Sem ressentimentos nem ódios.» Depois de "Os Pobres" Maria Filomena Mónica dá-nos "Os Ricos" uma obra em que fala não só da origem das grandes fortunas nacionais mas da mentalidad...
O cérebro é uma fascinante caixinha de surpresas. No seu interior existe uma região com propriedades únicas a que podemos chamar “cérebro emocional”: controla não só o nosso bem-estar psicológico como também o funcionamento do coração as hormonas e até o sistema imunitário. Chegar lá através dos pensamentos ou da linguagem é difícil: não se pode simplesmente ordenar a uma emoção que cresça ou desapareça. E no entanto é ali que nasce a ansiedade e o stress. Um acontecimento doloroso pode ficar gravado para sempre na memória e controlar a nossa maneira de pensar sentir e agir. Em casos graves como a depressão os psicoterapeutas tentam resolver o problema reprogramando o cérebro através de consultas ou medicação – mas ambas as soluções têm um alcance muito limitado.
Discute-se no nosso país a despenalização da Morte Assistida mas um aspeto é evidente: morre-se mal em Portugal. Em muitos casos a morte é um processo solitário de violenta agonia e degradação física. Neste livro da autoria do movimento cívico Direito a Morrer com Dignidade e organizado pelo médico e político João Semedo defende-se que cada pessoa deve poder assumir a opção que entender sobre os últimos momentos da sua vida: continuar a sofrer ou acabar com esse martírio. Seguindo-se este enquadramento profundamente democrático ninguém é obrigado e ninguém é impedido o único critério é a escolha de cada um.
Todos conhecemos quem tenha sobrevivido ao cancro mas não à doença de Alzheimer. O futuro é preocupante pois milhares de pessoas que têm hoje 40 ou 50 anos apresentam já sinais sem o saberem uma vez que o declínio da mente é lento e quase “invisível”. Felizmente existe agora uma esperança real para a reversão e cura da doença. Não é através de medicação mas através de um protocolo revolucionário desenvolvido pela equipa do Dr. Dale Bredesen presidente fundador do primeiro instituto do mundo dedicado exclusivamente ao estudo do envelhecimento. O Buck Institute fez uma descoberta extraordinária: a doença de Alzheimer é o resultado de três processos simultâneos: inflamação; carência de nutrientes hormonas e outras moléculas de suporte do cérebro; exposição a substâncias tóxicas.
Proveniência (Universidade Aberta)
“Este livro refere-se a um dos grandes eventos que surgiu em Portugal no século XIX e tem como objetivo divulgar este importante e histórico tema que até aos nossos dias já atravessou três séculos e é esse “percurso” que quero lembrar às futuras gerações que o desenvolvimento de muitas das nossas cidades vilas e povoações deve-se a este “fenómeno” chamado de caminho-de-ferro. José Ribeiro Silva
Original francês com legendas em português.
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