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Uma história emocionante passada nos socalcos do Douro no tempo em que se abriam as portas da ciência e do conhecimento. Este romance recupera factos e histórias que Francisco Moita Flores não incluiu na série que escreveu para a RTP com o título "A Ferreirinha". Narra a epopeia da luta contra a filoxera uma praga que na segunda metade do século XIX ia destruindo definitivamente as vinhas do Douro. Na mesma altura em que por toda a Europa surgiam as primeiras técnicas e tentativas de criação de um método para a investigação criminal. O autor criou um bacharel detective – Vespúcio Ortigão – que na Régua persegue um serial killer confrontando-se com o medo com as superstições com as crenças do Portugal Antigo que temente a Deus e ao Demónio estremecia perante o flagelo da praga e dos crimes. É uma ficção é certo mas também um retalho de ...
Este livro completa a trilogia que planeei quando escrevi "O Carteirista que Fugiu a Tempo" que continuei com "Não há lugar para Divorciadas" e que se fecha agora com "Em memória da Albertina que Deus haja!" É sobre o sistema judiciário. Azimute é um simplório que passa a vida na prisão porque o seu processo está em perpétuo recurso e porque não tem telemóvel o que impossibilita que o seu caso seja investigado. Sem escuta telefónica não há investigação. Muito menos sem carta anónima..
Uma história emocionante passada nos socalcos do Douro no tempo em que se abriam as portas da ciência e do conhecimento. Este romance recupera factos e histórias que Francisco Moita Flores não incluiu na série que escreveu para a RTP com o título "A Ferreirinha". Narra a epopeia da luta contra a filoxera uma praga que na segunda metade do século XIX ia destruindo definitivamente as vinhas do Douro. Na mesma altura em que por toda a Europa surgiam as primeiras técnicas e tentativas de criação de um método para a investigação criminal. O autor criou um bacharel detective – Vespúcio Ortigão – que na Régua persegue um serial killer confrontando-se com o medo com as superstições com as crenças do Portugal Antigo que temente a Deus e ao Demónio estremecia perante o flagelo da praga e dos crimes. É uma ficção é certo mas também um retalho de ...
Um olhar irónico sobre a vida do ponto de vista dos polícias e não só... Teve o direito a votar e votou. O direito de comprar o carro a prestações e comprou. A adquirir casa com o juro bonificado e adquiriu. A ir ao médico e escolher se queria consulta com recibo verde e escolheu. Mas sublimidade de todas as coisas sublimes teve direito ao protesto e não protestou. A fazer greve e não fez. A revoltar-se contra a arrogância e preferiu o silêncio. A reagir à injustiça e quedou-se atormentado. A indignar-se contra a hipocrisia e morder a raiva até espirrar sangue. Foi solidário. Todos os domingos dava esmola a um mendigo e ainda que por medo nunca deixou sem gorjeta um arrumador de carros. Deus deu-lhe o nome de Ernesto. O Diabo fez dele polícia..
O Dia dos Milagres é uma viagem apaixonante aos últimos dias do regime filipino que haveria de baquear no golpe de Estado que iniciaria a dinastia de Bragança. O autor centra a acção em Vila Viçosa onde viviam os Duques de Bragança e conduz-nos pelos dias de ansiedade dias terríveis vividos entre crenças e superstições marcado por revoltas e sofrimento num Portugal pobre e cansado traumatizado pela tragédia de Alcácer Quibir de onde espera que chegue o Rei Sebastião..
Em todos nós com maior ou menor intensidade existe um detective fascinado pela descoberta de crimes e de mistérios. Herdámos esta curiosidade da literatura policial das séries televisivas e dos filmes que construíram as nossas vidas. O amplo noticiário sobre polícias e crimes é por outro lado outra fonte de atenção sobre vidas marginais. Descobrir quem cometeu determinado delito é um misto de segredo e perplexidades. Francisco Moita Flores deixa-nos um ensaio sobre os percursos e construções de informação que funcionam como ferramentas para descobrir actos criminosos à luz da investigação criminal moderna. Com uma narrativa simples acessível a todos os leitores esta Teoria de Investigação Criminal: A arte de ser detective revela muitos dos segredos e recursos utilizados pelas polícias de investigação criminal para descobrir os crimes...
O vento não tem memória é por vezes a metáfora do esquecimento. Filhos (da memória) do Vento conta-nos a história de três velhos - Quitério Grelinhos e Raimundo - que simbolicamente representam a multidão de idosos que as actuais sociedades apostadas em acelerar o tempo e apagar os sinais da rememoração tendem a esquecer. Filhos (da memória) do Vento é também um percurso pela história das mentalidades através dos medos das crenças dos preconceitos que permanecem como persistências de um tempo que só aparentemente o vento varreu da nossa memória..
Francisco Moita Flores continua a repartir a sua actividade entre a investigação científica e a ficção para televisão e em livro. Nos seus livros conduz o leitor por um caminho de humor corrosivo e delirante para bruscamente criar armadilhas que o confrontam com a crise que se vive no sistema judiciário. Sendo um dos escritores contemporâneos que melhor domina a técnica de diálogos tem na sua obra momentos únicos na arte de aproximar a escrita da fala. Como se em vez de ler ouvíssemos os personagens..
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